O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), relatou a
aliados se sentir “injustiçado” pelo governo Lula no episódio que culminou com
a rejeição histórica da indicação de Jorge Messias ao STF.
Em conversas reservadas, Alcolumbre tem argumentado que teria
sido único que jogou limpo e avisou o governo previamente que Messias não teria
votos suficientes para ser aprovado pelos senadores.
“Ele se achou injustiçado porque diz que foi o único que
avisou antes. Os outros enganaram”, afirmou um aliado de Alcolumbre à coluna,
sob reserva.
No dia da votação, o líder do governo no Senado, Jaques
Wagner (PT-BA), chegou a dizer publicamente que Messias seria aprovado com 45
votos. A indicação, porém, acabou rejeitada por 42 votos a 34.
Nos bastidores, Lula, ministros do governo e outros aliados
de Messias apontam o atual presidente do Senado como o principal articulador da
derrota do advogado-geral da União.
Alcolumbre nunca escondeu que gostaria que Lula tivesse
indicado outro nome para o Supremo. No caso, o senador Rodrigo Pacheco
(PSB-MG), de quem é aliado de primeira hora.
A reportagem completa está na coluna de @igorgadelham.
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Valter Campanato/Agência Brasil
