Familiares notaram danos em túmulos e ausência de restos mortais; líderes religiosos foram intimados a prestar esclarecimentos
A Polícia Civil investiga a violação de diversos
túmulos e o furto de ossadas no cemitério do Heimtal. A
apuração começou após familiares de pessoas sepultadas perceberem os danos nas
sepulturas e a ausência de restos mortais.
Como parte dos procedimentos investigativos, a polícia
intimou líderes e pessoas ligadas a um grupo religioso para prestar
esclarecimentos na delegacia. Os agentes buscam entender a dinâmica das
oferendas e a forma como os cultos são realizados dentro do espaço do
cemitério, após um grupo ser flagrado se reunindo em frente ao local para a
preparação de um ritual.
O delegado João Reis, responsável pelo caso, ressaltou
que o foco do inquérito policial está estritamente voltado para a
identificação dos autores dos danos patrimoniais e das subtrações. A
instituição reforça que a investigação apura crimes previstos na legislação
penal e não possui qualquer caráter de discriminação ou investigação de
crenças religiosas.
As linhas de investigação apontam para uma possível
coincidência entre as pessoas que praticaram os furtos e indivíduos que tenham
utilizado os materiais em rituais. A Polícia Civil também trabalha com a
hipótese de que integrantes de outra denominação religiosa estejam usando o
espaço público para cometer os crimes, mas nenhum suspeito foi formalmente
identificado até o momento.
Os trabalhos investigativos continuam para mapear os
responsáveis pelas violações na região. A Polícia Civil solicita que novas denúncias
e informações que ajudem a esclarecer o caso sejam repassadas por meio do telefone
181, canal que garante o anonimato absoluto do denunciante.
potal taroba
A Polícia Civil investiga a violação de diversos
túmulos e o furto de ossadas no cemitério do Heimtal. A
apuração começou após familiares de pessoas sepultadas perceberem os danos nas
sepulturas e a ausência de restos mortais.
Como parte dos procedimentos investigativos, a polícia
intimou líderes e pessoas ligadas a um grupo religioso para prestar
esclarecimentos na delegacia. Os agentes buscam entender a dinâmica das
oferendas e a forma como os cultos são realizados dentro do espaço do
cemitério, após um grupo ser flagrado se reunindo em frente ao local para a
preparação de um ritual.
O delegado João Reis, responsável pelo caso, ressaltou
que o foco do inquérito policial está estritamente voltado para a
identificação dos autores dos danos patrimoniais e das subtrações. A
instituição reforça que a investigação apura crimes previstos na legislação
penal e não possui qualquer caráter de discriminação ou investigação de
crenças religiosas.
As linhas de investigação apontam para uma possível
coincidência entre as pessoas que praticaram os furtos e indivíduos que tenham
utilizado os materiais em rituais. A Polícia Civil também trabalha com a
hipótese de que integrantes de outra denominação religiosa estejam usando o
espaço público para cometer os crimes, mas nenhum suspeito foi formalmente
identificado até o momento.
Os trabalhos investigativos continuam para mapear os
responsáveis pelas violações na região. A Polícia Civil solicita que novas denúncias
e informações que ajudem a esclarecer o caso sejam repassadas por meio do telefone
181, canal que garante o anonimato absoluto do denunciante.
